5 de abril de 1977 – David Bowie e Iggy Pop se apresentam juntos no programa diurno de Dinah Shore na NBC.
No show, eles cantaram juntos a música Sister Midnight de Iggy Pop, que também tocou Funtime e I Wanna Be Your Dog, originais dos Stooges.
5 de abril de 1986 – O Guns n’ Roses se apresenta no Whiskey a Go-Go em Hollywood.
Esta apresentação no Whiskey a Go-Go foi uma das primeiras que a banda fez em Los Angeles antes de assinar com a gravadora de David Geffen.
No ano seguinte o grupo estrearia com seu primeiro álbum Appetite for Destruction, pilar básico do hard rock.
Hoje em 1988 – Tracy Chapman publica seu primeiro álbum.
Seu álbum de estreia autointitulado incluiria canções como Fast Car e Talkin’ ’bout a Revolution, que se tornaram sucessos internacionais.
5 de abril de 1994 – O Kurt Cobain cometeria suicídio com um tiro na cabeça.
Seu corpo seria encontrado pelo eletricista 3 dias depois em sua casa, pois ele havia chegado para instalar um sistema de segurança.
Foi encontrada uma nota de suicídio que dizia: “Não sinto a emoção de ouvir e criar música, bem como de realmente escrever… há muitos anos.”
Ele foi o cantor, compositor e guitarrista da banda grunge Nirvana.
Em 1991, o lançamento da música mais conhecida de Cobain, “Smells Like Teen Spirit”, marcou o início de uma mudança drástica no cenário musical da época, afastando-se dos gêneros dominantes da década de 1980 e levando à ascensão do rock alternativo e seu subgênero, o grunge.
Em 8 de abril de 1994, Cobain foi encontrado morto em sua casa em Seattle, oficialmente considerado suicídio. Existem várias teorias sobre sua morte.
5 de abril de 1985 Mais de 5.000 estações de rádio ao redor do mundo transmitem “We are the World” simultaneamente.
Kitkat – A ação traz expressões como ‘é pra ontem’ e ‘mais um call hoje?’ estampadas nos chocolates e reforçam o convite da marca a fazer pausas reais no dia a dia.
A KitKat lançou uma ação especial em parceria com a agência GUT para fortalecer sua conexão com o público jovem.
A campanha conta com influenciadores selecionados pela Agência FIZZ e chocolates personalizados.
O objetivo da ação é reforçar o conceito “Have a Break, Have a KitKat”, convidando o público a fazer pausas reais em meio à rotina agitada.
Detalhes da campanha:
Chocolates personalizados:
Os chocolates KitKat foram personalizados com frases que remetem ao dia a dia de muitos profissionais, como “é pra ontem” e “mais um call hoje?”.
A ideia é que essas frases representem os “perrengues” do dia a dia e quebrar uma barrinha do chocolate seja um gesto simbólico de interromper o estresse.
Influenciadores:
Influenciadores selecionados pela Agência FIZZ estão participando da campanha, ajudando a divulgar a mensagem para o público jovem.
Objetivo:
Reforçar a importância de fazer pausas reais para aliviar o estresse e aproveitar o momento presente.
Fortalecer a conexão da marca com o público jovem.
Conceito:
“Have a Break, Have a KitKat”, incentivando a pausa para um momento de relaxamento.
Com essa ação, a KitKat busca se aproximar do público jovem, mostrando que entende os desafios da rotina moderna e oferecendo um momento de pausa e prazer.
Integrada à campanha global “Better Breaks”, a iniciativa no Brasil reforça a importância de momentos de pausa para recarregar as energias, indiferente do momento hora e dia,
Hoje 4 de abril de 1958 nascia o Agenor de Miranda Araújo Neto, ele se tornou Cazuza, uma das figuras mais marcantes da música brasileira, deixando um legado de irreverência, paixão e poesia.
Ele teve uma certa dificuldade para descobrir que seu caminho era a música.
Antes de fazer sucesso, foi funcionário da Som Livre, fez cursos de fotografia e trabalhou em peças teatrais.
E, foi exatamente em um espetáculo teatral, “Pára-quedas do coração” que se viu fazendo o que queria: cantar.
Em 1981 encontrou-se com as pessoas que viriam a ser companheiros de estrada.
Conheceu Roberto Frejat, Dé Palmeira, Maurício Barros e Guto Goffi (guitarra, baixo, teclados e bateria, respectivamente) que estavam procurando um vocalista para a banda Barão Vermelho
Os fãs de Cazuza (1958-1990) têm uma boa notícia: a partir do dia 12 de junho, o Rio de Janeiro recebe a maior exposição já feita em homenagem ao cantor e compositor carioca. “Cazuza Exagerado”, como vai se chamar a exposição, tem chancela da Fundação Viva Cazuza e curadoria de Ramon Nunes Mello, organizador dos livros “Cazuza – Meu lance é Poesia” e “Cazuza – Protegi teu nome por amor – fotobiografia”.
No terraço do Shopping Leblon, numa área de 1.200 metros quadrados, serão expostos figurinos, roupas, objetos pessoais, cartas, manuscritos originais de letras e poemas, desenhos e documentos, além de um extenso material em áudio e vídeo – registros que vão da infância à carreira solo, passando, é claro, pelos tempos de Barão Vermelho. Com recursos de inteligência artificial, ambientes cenográficos e tecnológicos recriarão lugares icônicos da história de poeta, como Circo Voador, Canecão e Pizzaria Guanabara.
Cazuza segue atravessando o tempo e engajando corações de diferentes gerações. Agora, seu legado e sua obra ganham uma grande exposição para marcar os 40 anos de Exagerado, seu primeiro álbum solo. Será uma oportunidade de abrir nosso baú de memórias e histórias, que tenho orgulho de dizer que foi preservado como só uma mãe faria. Sinto que será uma chance imperdível para seus fãs e para todos que amam música”, comenta Lucinha, em comunicado oficial.
Os ingressos começam a ser vendidos online, via cazuzaexposicao.com.br, a partir de 19 de maio.
“Sempre cruzava o Cazuza no [programa do] Chacrinha, ou no Baixo Leblon depois que gravávamos o Chacrinha. Sempre foi muito educado comigo, divertido. Depois, tive uma amizade maior com ele porque a mãe da minha namorada era amiga da mãe dele.
Ele ia tirar foto lá para a revista Bizz.
O namorado da mãe da minha namorada era fotógrafo, fizemos a famosa foto das botas, em que ele usa a minha bota.” – Supla.
Em 2022, sete gravações inéditas ofereceram ao projeto um desdobramento.
Isto porque, gravado em outubro de 1988 no Canecão, no Rio de Janeiro, o projeto foi relançado na íntegra em formato físico.
Adolescência – Produção britânica usa crime escolar fictício para abordar violência de gênero e radicalização online de adolescentes.
Adolescência aborda as consequências do esfaqueamento de uma adolescente, com um garoto de 13 anos, colega de escola da vítima, detido pelo assassinato.
A série britânica Adolescência, lançada pela Netflix, acompanha a prisão de Jamie Miller, de 15 anos, acusado de matar uma colega de escola após ser rejeitado por ela.
Adolescência – aborda muito a questão da paternidade.
Como você vê a figura do pai na série e na sociedade de hoje?
A série britânica Adolescência, da Netflix, vem sendo amplamente elogiada por críticos e espectadores, e muitos já a consideram um marco na televisão.
Lançada na semana passada, a produção de quatro episódios se tornou o programa mais assistido da plataforma em todo o mundo durante o fim de semana.
Tom Peck, do jornal The Times, descreveu a série como “perfeição total” — opinião compartilhada por Lucy Mangan, do The Guardian, que afirmou se tratar de “algo mais próximo da perfeição televisiva que já vimos em décadas”.
Entre os fãs da série nas redes sociais estão o diretor norte-americano Paul Feig (conhecido, entre outros trabalhos, por dirigir episódios de Mad Men) — que classificou o episódio de estreia como “uma das melhores horas de televisão que já vi” — e o apresentador britânico Jeremy Clarkson, que chamou a produção de “magistral”.
Outro destaque da produção é que cada episódio foi filmado em uma única tomada contínua, sem cortes.
No The Guardian, Mangan afirmou que os feitos técnicos da série “são acompanhados por atuações dignas de prêmios e um roteiro que consegue ser intensamente naturalista e, ao mesmo tempo, profundamente evocativo”.
Ela acrescentou: “Adolescência é uma experiência profundamente comovente e devastadora”.
A crítica de The Times, assinada por Peck, começa com: “Uau! Uau! Dá vontade de escrever a palavra ‘uau’ mais umas 700 vezes, seguida de ‘Não perca Adolescência na Netflix’, e pronto”.
Anita Singh, crítica de TV do Telegraph, escreveu que assistir à série “foi uma experiência devastadora” e acrescentou: “É um drama tão silenciosamente arrasador que não vou esquecê-lo tão cedo”.
Adolescência da Netflix – Singh disse que a técnica de plano-sequência “pode parecer um truque”, mas que as atuações são “fenomenais”.
Sobre Graham, ela afirmou que é “o melhor ator da atualidade”, mas que “a atuação realmente notável” é a de Cooper, que “transita entre a vulnerabilidade, a raiva, a bravura e o medo.